Com a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados, que entrará em vigor em 2020, empresas atuantes nos setores públicos e privados terão de passar por uma série de adaptações quanto à obtenção, o armazenamento e o tratamento de dados advindos de canais online e offline, atendendo por completo às conformidades de proteção à informação.

O objetivo das novas normativas é simples: garantir a segurança e transparência no que se trata da utilização de dados dos cidadãos, visto que a proteção de informações sensíveis se faz cada vez mais importante nos negócios da sociedade atual. Com isso, em termos gerais, é de obrigação da organização coletar apenas informações pessoais com o consentimento do titular, além de esclarecer quais serão os fins destes dados. O não cumprimento da lei acarretará em multas e/ou sanções, onde a empresa que não obedecê-la terá que pagar o equivalente a 2% do seu faturamento (com limite de R$ 50 milhões, por transgressão).

Por estes motivos citados acima e diante as demais notícias recorrentes sobre ameaças cibernéticas, vazamentos de dados e malwares, grandes e médias empresas já têm dado mais atenção a assuntos relacionados a cibersegurança, observando-se uma grande movimentação para o preparo e adequação às novas normas estabelecidas, o que inclui a criação de planos de negócio para tomadas de medidas corretivas, bem como estabelecimento de orçamentos para aderirem novas tecnologias e elaborarem projetos de segurança e compliance.

A proteção dos dados deixou há muito de ser necessidade, sendo considerada hoje como uma das principais prioridades para os negócios. As principais organizações já vem se movimentando, afinal, sabem que há um longo caminho a ser percorrido para a adequação, que envolve desde o diagnóstico do ambiente atual, até a criação de programas de governança, revisão de documentos e treinamentos in company. Em paralelo, encontramos também um cenário onde o investimento em tecnologias baseadas em inteligências artificial para executar o trabalho de identificação, classificação, gerenciamento e controle quanto aos dados sensíveis e não sensíveis e a busca pela automatização de testes de invasão para validação de controle nunca estiveram tão presentes entre os que se preocupam em construir uma estratégia de segurança sólida, visando proteger toda a cadeia de produção dentro do mercado atuante e ao mesmo passo fortalecer os vínculos de confiança com seus usuários.

Quer mais informações sobre este tema? Teremos prazer em atendê-lo e auxiliá-lo no que for necessário ao longo desta jornada!